quarta-feira, 30 de maio de 2007



A CHAMA ARDENTE está entre nós.

Gosto de cantar e interpretar.
Vivo para as canções e sonho com ambientes.
Tenho um piano, uma voz e uma guitarra.
Apresento-vos canções de tocha, no silêncio e na intensidade.
Canções que nos lembram cantores e grupos, Verões e Invernos passados, êxitos e falhanços cuidados.
Mas todas elas com alma, as velhas e as novas, as versões e as originais. Canções que ainda estão acesas e outras por alumiar à vela.
Canções de amor e revolta, de ironia e de redenção.
É a elas que me declaro, são elas a minha companhia.

Proponho-me partilhá-las e celebrá-las convosco em espaço próprio, num percurso paralelo à minha carreira com os Delfins.
Espaço esse que baptizei de «A Chama Ardente».

Junto de si, perto de mim.

M. Angelo

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